Dia 27 de Fevereiro de 2012
I
09.00-12,00: Avaliação de trabalhos (MRIEE-Ang)
12.00-16.00: encontros inevitáveis sobre o futuro
16,30-20.00: Teses de Mestrado (leituras)
II
A Universidade «marasmo». É onde permanecemos, num olímpico «dolce fare niente». Andamos à volta das urgências, das coisas miúdas (meses para serem resolvidas), sem qualquer visão de futuro, que deveria ser mobilizadora. Num inverno sem chuvas, os principais órgãos da universidade dormem profundamente. Cumpriu-se o que alguns temiam. Serão quatro anos perdidos…. Que, nas circunstâncias actuais, são mais uns largos anos de afastamento das instituições universitárias que podem ser tomadas como referência.
É indispensável voltar a colocar a Universidade de Évora no centro do debate: a reforma dos Estatutos, a não-autonomia prática das «escolas», a terrível degradação da composição e contratualização do corpo docente, a não-meritocracia, a situação dos estudantes,o papel do IIFA,o papel estratégico da internacionalização, a fusão e/ou aliança com outras instituições, o Parque Ciência e Tecnologia, ... são os tópicos mais preocupantes em relação aos quais a Universidade de Évora tem de ser pró-activa.Começando desde logo por suprir o déficit de informação, a opacidade com que estamos a funcionar. É tempo, não de «cair na real», mas de nos empenharmos em mudara a realidade. E seria útil que os não «radicais» viessem a debate explicar o que tem a propor de futuro á academia , que não se limite ao «vamos ver o que somos capazes de fazer, vamos tentar....» . É preciso definir/escolher um projecto (moderno) de Universidade, ajustado ao futuro.
HAF